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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
  Saudosa lembrança de Joana Araújo Castelo Branco
 
     D. Joaninha, como era conhecida pelos batalhenses, ou apenas Didi, carinhosamente chamada por todos seus filhos. Poder-se-ia achar estranho; até os mais novos logo acostumaram-se a chamá-la Didi, nunca de mamãe. Ainda hoje em conversa com meus tios escuto a forma carinhosa como pronunciam a palavra Didi e o que representa para cada um deles. Decerto, Didi é bem maior que mãe!
    Da união com Rufino Lopes Castelo Branco em 1930 nasceram 13 filhos. Ela era filha de Brejo Santo, uma cidade no Sul do Ceará. Chegou em Teresina e lá conheceu seu futuro esposo.
    Moraram em Teresina, Campo Maior e, finalmente, Batalha. No município, tinham casa na localidade Bacuri no caminho de Piripiri e o Olho d´Água d´Areia era o local de famosas farinhadas e um banho natural dos mais apreciados ainda hoje.
     Em meados dos anos 50, Rufino construiu a casa da Santa Inês e lá passaram alguns anos até a doença fatal de sua estimada esposa.
     No próximo dia 07 de fevereiro completam-se 52 anos de sua morte.
    Antecipei a homenagem por ter encontrado algumas fotos que me remontaram ao passado recente de meus queridos avós paternos. Na montagem uma foto sua segurando o segundo neto e do lado, em pé, o primeiro neto da segunda geração da família Tabatinga.
    George Machado Tabatinga, responsável pela página

 
Comentários:
Enviado por Antonio Machado Barbosa em 03/02/2010 às 20:55:33
Não conhecí D. Joaninha, mas seu esposo, nosso amigo, pois era amigo dos meus pais, sr. Rufino. Essas fotos mostram que a genética é mesmo perfeita... Como alguns descentes guardam esses traços fisionômicos de D. Joaninha. Tia Ivone sempre me falou das suas qualidades como mãe e esposa extremamente dedicada ao lar e por extensão, à sua família. Ótima essa recordação... Essa cerca de buriti ainda guardo vivinha na minha memória... Um abraço e sempre mande muitas e boas recordações.
Enviado por soraia tabatinga barbosa em 03/02/2010 às 09:02:27
Engraçado, ontem à noite estava lembrando essa data, pois sempre minha mãe mandava celebrar uma missa, hoje me deparei muito cedo com essa agradável surpresa! É primo, feliz aquele que dos seus não se esquece e nem deixa o tempo acabar com as lembranças.
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