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CRÔNICAS ANTERIORES

BANDA DE MÚSICA MANOEL FABIANO – LOGOMARCA

A Página de Batalha comunica em primeiríssima mão que a banda de música agora tem uma logomarca aprovada pelos músicos.
Faz muito tempo que temos um projeto que visa agraciar com um troféu anual todo aquele de se destacar no apoio ou na realização de quaisquer atividades artísticas em nossa terra.
Por iniciativa de nossa conterrânea Remédios Lustosa, durante os festejos de agosto,  finalmente me foi possível iniciar esse projeto com a criação da logomarca. Provocado que fui pela amiga que me comunicou que a família Lustosa do Catombo, diante do constante descaso para com nossa banda, irá custear toda a produção de um fardamento para os músicos. “Não aguentou mais ver nossa banda sem uniforme decente. Cada um vestido de um jeito. Coisa triste de ver!” Palavras da Remédios em uma de nossas longas conversas sobre nossa terra.
Pois bem, no dia 17 de outubro deste ano, na fazenda Catombo, a família pretende doar um fardamento novo para nossos incansáveis músicos.
Vocês estão vendo no início desta matéria a logomarca cuja intenção foi representar nosso mestre Fabiano tocando seu sax alto. A arte foi concebida a partir de foto sua dedilhando o instrumento. Daí sairá o troféu.
Parabéns a todos os Lustosa por tão nobre iniciativa!
Página de Batalha há dez anos sempre ao lado da cultura batalhense!

Carta do Zé Cochilo (da roça) para seu colega Luiz (da cidade)

Internautas,

Achei interessante publicar essa crônica para que reflitam o casuísmo que na maioria das vezes encobre a corrupção:

A carta a seguir – tão somente adaptada por Barbosa Melo – foi escrita por Luciano Pizzatto que é engenheiro florestal, especialista em direito sócio ambiental e empresário, diretor de Parque Nacionais e Reservas do IBDF-IBAMA 88-89,detentor do primeiro Prêmio Nacional de Ecologia.

Prezado Luis, quanto tempo.

Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão e que por isso o sapato sujava.

Se não lembrou ainda, eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo… hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra, né Luis?

Pois é. Estou pensando em mudar para viver aí na cidade que nem vocês. Não que seja ruím o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro… Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos aí da cidade. To vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.

Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro de uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.

Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou, deve ser verdade, né Luís?

Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né ), contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou.

Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana, aí não param de fazer leite. Ô, os bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?

Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encompridar uma cama, só comprando outra, né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.

Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luís, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelos fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.

Depois que o Juca saiu, eu e Marina (lembra dela, né? Casei) tiramos o leite às 5 e meia, aí eu levo o leite de carroça até a beira da estrada, onde o carro da cooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.

Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos, as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não vai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luís, aí quando vocês sujam o rio também pagam multa grande, né?

Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios aí da cidade.

Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luís? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora! Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.

Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vir fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo, aí eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foram os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.

Tô preocupado, Luís, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, aí tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.

Eu vou morar aí com vocês, Luís. Mas fique tranquilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Aí é bom que vocês é só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem plantar, nem cuidar de galinha, nem porco, nem vaca, é só abrir a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.

Até mais Luis.

Ah, desculpe, Luís, não pude mandar a carta com papel reciclado, pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.

(Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o quanto o tratamento ambiental é desigual e discricionário entre o meio rural e o meio urbano)

Divulguem!

Primeira Eucaristia de 460 Jovens batalhenses

A missa dominical  na data comemorativa ao Dia das Mães de 2015, representou para um grande número de jovens católicos batalhenses a festa da primeira comunhão.
Um dia especial na vida de cada um desses jovens que entram definitivamente na vida cristã com responsabilidade.
A primeira eucaristia se dá após um período de catequese, onde os jovens recebem os ensinamentos básicos como a compreensão dos 10 Mandamentos, os mandamentos da igreja, principais orações, os sete sacramentos, dentre outros.
Mas antes de receber a eucaristia, é preciso passar pela confissão dos pecados diante um sacerdote e daí por diante, sempre que peque gravemente e assim, procurar se aproximar dos preceitos religiosos como cristão.
Sendo um dos sete sacramentos, a eucaristia “é o próprio sacrificio do Corpo e Sangue do Senhor Jesus. Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz, enquanto aguardamos seu retorno.” (.271).
A palavra hóstia, em latim, significa “vítima”, que entre os hebreus, era o cordeiro, sem culpa, imolado em sacrifício a Deus. Fonte: www.aigrejaprimitiva.com
Com fotos de Mauro Robert, mais uma cobertura nos 10 anos de vida do primeiro portal batalhense.

Homenageando Cândido Mariano da Silva Rondon – 150 anos do nascimento

A Página de Batalha publica matéria em homenagem a esse grande brasileiro ao mesmo tempo que convoca os educadores batalhenses a incentivarem seus alunos na pesquisa desse vulto histórico singular.
Na era do zap-zap, internete, redes social, tabletes, 3G, 4G, mega pixel, etc etc… Seria oportuno lembrar que as comunicações no Brasil tem como marco a era antes e depois do militar, sertanista, matemático e cientista natural Marechal Rondon.
Leia trecho do artigo de Ethevaldo Siqueira, cujo endereço virtual divulgamos em seguida:

Neste 5 de maio de 2015, Dia Nacional das Comunicações, o Brasil celebra os 150 anos do nascimento de Cândido Mariano da Silva Rondon, o Marechal Rondon, uma das figuras mais notáveis da história do Brasil. Humanista, exemplo de idealismo, pacifista e protetor dos índios brasileiros, ele realiza ao longo de sua vida três grandes obras:

1. Lidera a construção de mais de 6 mil quilômetros de linhas telegráficas, que ligaria o Rio de Janeiro, então Capital do País, ao Centro-Oeste e à Amazônia;

2. Dedica-se de corpo e alma à defesa dos indígenas;

3. Conduz pessoalmente os trabalhos de demarcação dos mais de 8.500 quilômetros de fronteiras terrestres do País, e percorre essa distância duas vezes, em trabalho de inspeção.”
Leiam matéria completa em … www.telequest.com.br

Foto montagem do portal mencionado

Jovens Batalhenses Aplaudidos de Pé em Brasília

Com muita alegria a Página de Batalha divulga mais uma matéria com os jovens do ponto de cultura Nossas Raízes de Batalha.
Depois de uma apresentação brilhante, foram aplaudidos de pé no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília.
“Foi muita emoção! Até eu fiquei surpresa com os meninos e meninas. Não esperava tanto. Tão logo acabou a apresentação, apareceram vários convites para retornar à capital federal”. Palavras da coordenadora dos jovens, a professora Socorro Silva, diante efusivas manifestações de reconhecimento de um trabalho que vem sendo desenvolvido em tão pouco tempo e com tantos degraus conquistados. Parabéns, Socorro, Lucélio, Lorrana, Joyce, Geângela, George, Júnior, Bruno e Ednaldo.
Conta ainda emocionada a professora que depois do Hino do Piauí,  da declamação de versos do poeta Torquato Neto e algumas adaptações da própria professora, que o público piauiense ali presente foi ao delírio.
Que tal receberem esses jovens de braços abertos?
Aos edis batalhenses: um raro momento de homenagear com uma sessão extraordinária para enaltecer o feito.
A ficha ainda não caiu … basta pensar que nenhum desses jovens conhecia Brasília. Foi um voo alto e merecido. Parabéns!
Fotos: Bruno e Léo Costa, do ponto de cultura

Por que nossas datas históricas são esquecidas ou desprezadas ?

É fato que a cada ano vai ficando no tempo a lembrança de nossas principais datas históricas por absoluta falta de civismo.
As lembranças ainda estão vivas em minha mente sexagenária como se fosse hoje: dias do Índio e do Descobrimento do Brasil. Praticamente esquecidos até pelos meios de comunicação, pra não citar as escolas; com raras exceções.
Data é que não faltam. Basta ler abaixo que, por exemplo, para o mês de abril tem até dia do beijo e do goleiro:
1 – Dia da Mentira
2 – Dia Internacional do Livro Infantil
3 – Dia do Atuário
4 – Dia do Parkinsoniano
7 – Dia do Corretor
7 – Dia do Jornalismo
7 – Dia do Médico Legista
7 – Dia Mundial da Saúde
8 – Dia da Natação
8 – Dia do Aniversário de Cuiabá
8 – Dia do Desbravador
9 – Dia do Aço
8 – Dia Mundial de Combate ao Câncer
10 – Dia da Engenharia
12 – Dia do Aniversário de Fortaleza
12 – Dia do Médico Obstreta
13 – Dia do Beijo
13 – Dia do Hino Nacional Brasileiro
13 – Dia do Jovem
13 – Dia do Office Boy
14 – Dia da Tomada de Montese
14 – Dia Internacional do Café
15 – Dia da Conservação do Solo
15 – Dia Mundial do Desenhista
16 – Dia Nacional da Voz
17 – Dia Nacional da Botânica
17 – Dia Nacional de Luta Pela Reforma Agrária
18 – Dia Mundial do Rádio Amador
18 – Dia Nacional do Livro Infantil
19 – Dia de Santo Expedito
19 – Dia do Exército Brasileiro
19 – Dia do Índio
20 – Dia do Diplomata
21 – Aniversário de Brasília
21 – Dia das Polícias
21 – Dia do Metalúrgico
21 – Tiradentes
22 – Dia da Força Aérea Brasileira
22 – Dia do Descobrimento do Brasil
22 – Dia Internacional do Planeta Terra
23 – Dia de São Jorge
23 – Dia Mundial do Escoteiro
23 – Dia Mundial do Livro
23 – Dia Nacional do Choro
25 – Dia do Contabilista
26 – Dia da Primeira Missa
26 – Dia de Nossa Senhora do Bom Conselho
26 – Dia do Goleiro
26 – Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão
27 – Dia da Empregada Doméstica
27 – Dia do Engraxate
28 – Dia da Educação
28 – Dia da Sogra
28 – Dia Nacional da Caatinga
30 – Dia do Ferroviário
30 – Dia Nacional da Mulher

Hannah Gabriela Pereira Silva – Festa de seus 15 anos

Hannah Gabriela Pereira Silva é filha de Maria Diva da Silva Pereira, que trabalha com as irmãs Filhas de Sant´Ana, e Luiz Gonzaga Soares da Silva. Nasceu em 12 de abril de 2000, no Hospital das Clínicas de São Paulo. Reside em Batalha desde os seis anos de idade no seio de sua família. Cultiva boas amizades que muito contribuíram para a formação de sua personalidade.
A jovem debutante iniciou sua vida escolar na UE Visconde de Sabugosa e, atualmente, estuda no Conselheiro Saraiva onde cursa o nível médio.
O gosto pela leitura é algo que cultiva e também assistir bons filmes. Aqui duas dicas da jovem: o livro A Culpa das Estrelas, de John Green, e o filme de mesmo nome, de 2014, dirigido por Josh Boone, baseado no livro, estrelado por Shailene WoodleyAnsel Elgort, e Nat Wolff, com Laura DernSam Trammell, e Willem Dafoe interpretando papéis coadjuvantes. Woodley interpreta Hazel Grace Lancaster, uma paciente com câncer de dezesseis anos de idade, que é forçada por seus pais a participar de um grupo de apoio, onde posteriormente se encontra e se apaixona por Augustus Waters, interpretado por Elgort..
A Página de Batalha lhe deseja Feliz Aniversário e fará a cobertura através do colaborador Mauro Robert que esteve hoje cedo na casa da debutante lhe entrevistando.
O ato litúrgico será na capela de São Raimundo Nonato e a recepção no Paraíso da Remédios, sob coordenação da amiga da família assistente social e cerimonialista Ana Patricia.

Hannah Gabriela e seus Pais

Semana Santa – A Vigília Pascal

No penúltimo dia da Semana Santa, a partir das 22hs, a comunidade católica batalhense participou da Vigília Pascal no ginásio poliesportivo prefeito Messias Freitas, por conta da reforma do piso e forramento da igreja Matriz de São Gonçalo.
Leia abaixo histórico do significado da Vigília pascal:

“O sábado pascal é iniciado com o fogo novo. O que ele nos remete?

A páscoa originalmente era uma celebração típica dos pastores. Depois passou a ser a grande festa da libertação dos hebreus, recordando sua saída do Egito. Mais tarde foi-lhe incorporada uma antiga festa agrícola dos pães sem fermento (ázimos).
Nesse dia a Igreja toda guarda luto pela morte de Jesus. Neste dia se faz também a comemoração das Dores de Nossa Senhora.
É uma celebração que relembra todos os sofrimentos de Nossa Senhora desde o nascimento de Jesus, culminando com a dor infinita à qual se viu exposto o coração de Maria, ao deixar seu divino Filho no sepulcro. Por maior que seja a solidão que algum coração humano já sentiu, por certo, sequer aproximará do amargor, do infinito abandono que se apossou do coração da mãe do Divino Amor.
Na Solene Vigília Pascal da noite será celebrada a Missa da Ressurreição. Essa missa é precedida pela bênção do Fogo Novo e do Círio Pascal, benção da água Batismal e Renovação das Promessas do Batismo.
Fogo: Sinal da presença de Deus na história, em suas manifestações de salvação. Ligado ao fogo, temos o círio pascal que aceso no fogo novo lembra o Cristo ressuscitado.
Luz: Símbolo da vida. Representa a presença de Cristo que é vida e oferece vida e salvação ao homem. Jesus atravessa as portas da mansão dos mortos, vencendo e trazendo a luz para a humanidade.
Água: Também é sinal da vida que é comunicada ao cristão quando ele renasce pelo batismo para um mundo novo”.
Fonte: http://www.catequisar.com.br/

Riacho Grande – Barragem e Cachoeirinha

O inverno dá sinais de que será pelo menos suficiente para uma boa safra neste ano de 2015.
Ontem, 22 de março, nosso colaborador Mauro Rocha registrou belas imagens dos cartões postais aquáticos de nossa terra: Barragem e Cachoeirinha do Riacho Grande.
Uma pena que os jovens do momento não desfrutem dessas belezas naturais. Não obstante serem hoje áreas cercadas em grande parte, os hábitos de brincadeiras cibernéticas e portais de relacionamentos na internete são os preferidos das crianças e adolescentes mundo afora.
Semana Santa está chegando e aqui deixo uma convocação para os jovens dos anos 70 que porventura estejam em Batalha nesse período, para que nos juntemos e façamos uma visita a esses pontos como também à esquecida Bela Vista de tão saudosa memória.
Desfrutem das imagens e sintam-se motivados para o passeio!

Paulo Ronaldo – Sacristão, Zelador, Sineiro, Catequista e Ministro da Eucaristia

O jovem Paulo Ronaldo Sousa Oliveira desde 2006 exerce diversas funções dentro da igreja católica de Batalha. Funcionário zeloso e cuidadoso é cumpridor de suas obrigações e pontual.
Quando implantamos o relógio digital em dezembro de 2011, coube a ele receber como muita atenção as instruções básicas operacionais do equipamento eletrônico. Com menos de uma semana, por conta do seu interesse e aprendizado rápido, lhe passamos total controle sobre o relógio digital e o amplificador  sem temer pela sua competência.
Hoje registramos esta homenagem ao jovem que além de religioso praticante, cuida com muito carinho de nossa igreja, nosso patrimônio.
Parabéns, Paulo Digital! Você substitui à altura nosso querido Geraldim do Chico Olímpio e os saudosos Zé Odílio e João Lobo.
Fotos de Mauro Robert, colaborador da Página de Batalha há 10 anos no ar

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