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A MORTE DE DONA CELESTE DA BARÔA

Na madrugada de sexta-feira, dia 19, faleceu em sua residência em Batalha, no bairro Esperança II, Dona Celeste filha da finada Barôa.
O enterro será no cemitério São José no bairro Vila Kolping.
Ao meu amigo Francisco, o Louro, advogado concursado do Distrito Federal e demais filhos de D. Celeste, os nossos sinceros sentimentos pela perda irreparável.
Que Deus a receba de braços abertos. Amém!
P.S. Foto ilustrativa do Facebook.

A MORTE REPENTINA DE CONCEIÇÃO FREITAS

A família de Maria da Conceição Freitas Fortes, nossa Conceição Freitas, amanheceu enlutada com o seu falecimento repentino ontem, dia 18 de maio, em Teresina, por volta das 21hs.
O corpo chegou em sua residência em Batalha às 3:30hs desta manhã e já saiu para a localidade Vitória, onde nasceu e se criou ao lado de seus pais Maroca e tenente Freitas e dos irmãos e familiares de nossa imensa família.
Descanse em paz, prima querida!

ORIGEM DA FAMÍLIA MELO – POR LEONI QUARESMA DE MELO

A origem da família MELO, no Norte do Piauí, deve-se à figura de Onofre José de Melo, casado com Cecília Maria das Virgens, que provenientes de Pernambuco, foram os fundadores da Casa do Desterro na Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Piracuruca. Do casal descendem os Melo de Piracuruca, Piripiri, Batalha, Barras e Campo Maior.
A Freguesia de Piracuruca, foi a terceira a ser fundada no território do Piauí, ainda sob jurisdição eclesiástica do Bispado de Pernambuco, possuía várias casas-grandes de Fazendas dos primeiros ocupantes de seu vasto território, que se estendida do vale do Longá ao litoral e até a Costa Leste do Maranhão.
A professora Judith Santana em seu trabalho “O Padre Freitas de Piripiri”, enumera que o território da freguesia possuía várias casas-grandes, que faziam a política da boa vizinhança, entrelaçavam-se por uniões matrimoniais entre seus descendentes (SANTANA, s.d., p. 28).
Entre as fazendas citadas ressaltem-se a Gameleira, fundada por Francisco José do Rego Castelo Branco e Auta Inês de Castro;  a Casa das Lages, de Bernardo José do Rego e Cândida Rosa Castelo Branco; a Casa do Desterro, de Onofre José de Melo e Cecília Maria das Virgens, e a Casa do Curral de Pedras, de Simplício Coelho de Resende.
I- Onofre José de Melo foi casado com Cecília Maria das Virgens, pernambucanos de origem, ela filha de um Padre Ponte, o casal foi pais de  José Florindo de Melo, Gracinda Rosa de Melo, Carlota Rosa de Melo, Antônio Luís de Melo, Antonino José de Melo, Luís Antônio de Melo e  Higina Rosa de Melo.
GERACINDA ROSA DE MELO, casou-se com Diógenes Benício de Melo, foram os fundadores da Casa da Caiçara, foram pais de  Filomena Rosa de Melo, Avelina Maria de Melo, Inácia Maria de Melo, Cecília Maria de Melo, Idalina Rosa de Melo, Onofre José de Melo, Prestetato José de Melo e Diógenes Benício de Melo.
IDALINA ROSA DE MELO nascida e falecida no Termo de Batalha, Freguesia de Piracuruca. Casou-se com SALVADOR QUARESMA DOURADO DE MELO, nascido em Piracuruca e falecido em Batalha. Capitão da Guarda Nacional no Termo de Batalha. Pais de Pussina Rosa de Melo, Carmina Quaresma de Melo, Luís Quaresma de Melo,  Altino Quaresma de Melo, Conrado Quaresma de Melo, Matias Quaresma de Melo e Salvador Quaresma de Melo.
PUSSINA ROSA DE MELO, nasceu em 1886 e faleceu no Termo de Batalha. Casou-se com JOAQUIM JOSÉ DE MELO, nasceu em 1886, em Barras. Filho de Prestetato José de Melo e de Georgina Quaresma de Melo.
CARMINA QUARESMA DE MELO, n. 20.02.1889, em Batalha.
CONRADO QUARESMA DE MELO, nasceu em Batalha e faleceu a 03.03.1952, em Batalha. Chegou à vila de Boa Esperança nos primeiros dias de sua criação, tendo servido a nosso município pelo espaço de mais de tinta anos, tanto como político de destaque, como também na qualidade de funcionário do Departamento Nacional dos Correios de Telégrafos. Depois de aposentado, por motivo de saúde, voltou à sua terra natal, deixando entre nós um grande lastro de sólidas amizades (A. SAMPAIO, 1965, p. 88). Casou-se com INÁCIA DE ALENCAR MELO. Pais de Maria do Perpétuo Socorro Melo, Avelino Melo, Idalina Melo e Alice Melo.
MARIA DO PERPÉTUO SOCORRO MELO, nome de solteira, MARIA DE ALENCAR MELO, nome de casada, nasceu a 10.01.1916, no lugar Palmeira, Município de Esperantina e faleceu a 16.07.1986, em Teresina. Casou-se a com CLÓVIS DE CASTRO MELO [primeiro do nome], nasceu a 31.12.1901, em Batalha, e faleceu a 22.10.1991, em Teresina. Filho de Messias de Andrade Melo e de Ana de Castro Melo.
AVELINO MELO, nasceu a 02.01.1908 e faleceu a 03.10.197. Casou-se com GERACINA OLÍMPIO DE MELO, nascido a 22.08.1913 e faleceu a 03.11.1979. Pais de José Olímpio de Melo, Messias Melo, Conrado Melo Neto e Ana Inácia Melo.
MATIAS QUARESMA DE MELO, nasceu a 29.10.1891 e faleceu a 03.03.1963, em Batalha. Casou-se com SATURNINA BRAGA DE MELO, nascida em 11/05/17, 06:51.
Leoni Quaresma de Melo, membro da família.
Foto ilustrativa: google.com

FELIZ ANIVERSÁRIO AÍ NO CÉU MESTRE FABIANO COM SUA TURMA

Dia 07 de maio é e sempre será a data maior da cultura batalhense. Desde maio de 2000, na sessão solene de lançamento do primeiro CD Alvorada Batalhense, indicamos a semana do aniversário do nosso mestre dos mestres de nossa cultura como a Semana da Cultura Batalhense. Já se passaram 17 anos e nenhum político se deu conta da importância para nosso município. Continuaremos insistindo enquanto São Gonçalo e Nossa Senhora de Lourdes me ajudarem a continuar a luta incomum por nossa cultura.
Mestre, agora na companhia de seus batutas, não deixe de tocar suas lindas valsas, o samba da Tetê, o dobrado Torres de Melo e tantas outras belas páginas do nosso cancioneiro. Aproveite para aprender os forrozinhos que mestre Quinca compôs há pouco tempo. Tem até um samba que ele a mim dedicou. Quanta honra! Faça um arranjo pro Gonçalo caprichar ao trombone.
Fique sabendo que tem um bisneto seu aqui tocando trombone pra valer!
Ah! Como gostaria de estar aí participando desse sarau…
Feliz Aniversário,  Mestre Fabiano!

SAUDADE ETERNA DO PROF. JOÃO BENÍCIO DE MELO NETO

A cidade de Batalha perdeu seu mais ilustre professor  de Matemática, o nosso João do Zuza, de forma repentina que deixou a todos de surpresa. Sua esposa Selma e seus filhos Ornela, João Felipe e Daví; os irmãos Toinho, Nêa, Luíza, Natim e Júlio, bem como familiares e amigos se despediram na manhã deste sábado, depois de um velório na Câmara de Vereados, do seu corpo que foi enterrado no cemitério São Gonçalo.
Joãozinho acabara de completar 60 anos e estava no momento mais importante de sua carreira profissional após defender sua tese de doutorado na URFJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele que era professor titular da UPFP – Universidade Federal do Piauí por mais de duas décadas, com muita dedicação e profissionalismo.
O prefeito decretou luto oficial por três dias e a rede de ensino não só local como de todo nosso Estado está de luto, um luto imensurável.
Ao lembrar de Joãozinho passa um filme na cabeça de todos de nossa geração. A geração dos jovens de 70 e suas brincadeiras nas quadras jogando futebol e volei. Banhando nos riachos e cachoeiras; dançando nas tertúlias; rodando as praças e o patamar da igreja.  Ah! São tantas lembranças boas que nos deixam mais e mais comovidos.
Só nos resta rezar por sua alma e pela continuidade do seu legado através de cada um de seus alunos.
Descanse em paz, Joãozinho do Zuza!
P.S. – Fotos do arquivo particular da família.
Joao-irmaos

ADEUS A NICODEMOS NUNES

    O batalhense Nicodemos faleceu sexta-feira, 03 de fevereiro, em Belo Horizonte.
Deixou Batalha ainda muito jovem para morar em Porto Alegre com seus pais Abílio Nunes, irmão da saudosa Altair Rocha, e D. Mocinha Castro. Ali estudou e se formou em direito. Mas por conta de seu casamento terminou deixando vínculos com a cidade mineira.
Na década de 70, já aposentado, mudou-se para Batalha onde tornou-se empresário de sucesso e construiu o primeiro prédio com mais de um pavimento no mesmo local onde passou seus primeiros anos de vida, dando o nome de seu pai Abílio Nunes.
O prédio ainda hoje é conhecido por Panorama, talvez por conta da bela vista que proporciona. Mesmo nome de um supermercado que funcionou no térreo do famoso prédio. No andar de cima por muitos anos foi restaurante com vários arrendatários ao longo de décadas. Hoje são muitas lojas de vários segmentos.
Nicodemos abriu também a Danceteria Panorama, palco de eventos sociais com bailes de debutantes, colações de grau por onde passaram bandas como Os Genias de Esperantina e Os Dragões de Piripiri.
Na zona Rural de Batalha Nicodemos manteve por muitos anos as propriedades Frexeiras com piscina e casa luxuosa. Na propriedade Porco explorou mina de ametista.
Por questões de saúde desfez-se de tudo e foi morar em Fortaleza vindo vez por outra rever amigos e parentes. Motivo desta foto ilustrativa de 2006 ao lado de George Tabatinga, Fernando da Loló,  juiz Luiz de Moura e Carlos Magno.
Que Deus o receba de braços aberto, Nicodemos!
Lucimar Rocha, colaborador da Página e primo do homenageado

A MORTE DA SAUDOSA, IMPONENTE E MAJESTOSA FIGUEIRA

Nos idos de 1968/70 o nosso saudoso e inesquecível CARLOS MACHADO LOPES (in memoriam), filho do Sr. Raimundo Nonato Lopes (Sr. Dico) nosso querido e saudoso farmaceutico e de Dona Maria da Ressurreição Machado Lopes, Dona Ressú, foi acometido de uma enfermidade que em recorrência a instância de tratamento foi para o Hospital Getúlio Vargas em Teresina, quando infelizmente foi constatada a insuficiência medicinal de sua cura. Recomendado a voltar para casa, sem sucesso em seu tratamento. Em sua despedida, passeando no pátio interno daquela casa de saúde, que abrigava velhas figueiras (figo Italiano) com mudas espalhadas nos seus canteiros, Carlos encantado com a sombra daquelas árvores foi iluminado a transplantar uma dessas mudas para assentar em frente a sua casa em um dos canteiros da praça, que na época estava sendo construída até então chamada Praça Padre Guimarães mas conhecida popularmente como Praça da Sapucaieira.

Já em casa, quando sentiu-se vencido pela doença e que não lhe restava mais força para lutar pela vida, pediu que cuidassem com carinho daquela Planta que seria o marco de sua passagem por sua Terra Querida que saudosamente levava no seu coração valente.

Aquela árvore, além de ser suntuosa pela beleza de sua estatura de aproximadamente 15 metros e copa de 60 metros quadrados, serviu por muito tempo de abrigo à banca de vendas de café com bolo do saudoso Antônio Lucas de Dona Páscoa, bem como aos transeuntes que se utilizavam de sua magnífica sombra. Pelo tempo e por conta da infestação por pragas como a erva-de-passarinho, a majestosa planta começou a dar sinais de sua fragilidade.

Por conta do descaso das administrações que por lá passaram, nenhuma cuidou da velha figueira que no ano passado veio a clamar e chorar o seu óbito.

ADEUS MEU FIGO ITALIANO, QUE OS RESPONSÁVEIS PELA IRRESPONSABILIDADE DE SUA MORTE SEJAM DEVIDAMENTE PUNIDOS NO CÉLEBRE TRIBUNAL CELESTIAL.
Leoni Quaresma de Melo, colaborador da Página de Batalha

P.S. – O figo Italiano é uma árvore da espécie de Figueira originário da região do Mediterrâneo, o figo é o fruto da figueira (Ficus carica), uma árvore da família Moraceae. A Bíblia relata que Adão, quando foi expulso do Éden, usou folhas de figueira para esconder sua nudez. Na verdade, a figueira é mais semelhante a um arbusto do que a uma árvore, já que possui entre 3 e 10 m de altura. Devido ao fato de exigir pouco em relação à qualidade do terreno e se adaptar bem a diferentes climas, ela se alastrou por várias partes do mundo, inclusive no Brasil, através dos colonizadores portugueses no século XVI. (Fonte: Internete)

CARTA DE DESPEDIDA DE BRUNA EMANUELE PARA O PAI ELANDI

Transcrevemos abaixo a carta de despedida publicada no Facebook de Bruna Emanuele para seu pai Elandi Sales Lima, empresário bem sucedido, falecido na última sexta-feira, dia 27,  com apenas 50 anos de idade.
Uma bela homenagem de uma filha que mesmo abalada com a perda repentina de seu querido pai soube escrever uma mensagem cheia de ternura e carinho.

“UMA CARTA DE SAUDADE”
Oi pai! Como vai você? Espero que esteja bem, e em um lugar melhor que aqui. Aqui tá frio, tem muita tristeza, e escuridão, espero que onde esteja tenha muita luz, muita paz, muita alegrias e histórias pra contar pro vovô é pros seus velhos amigos também! A mamãe tá bem, tentando superar sabe? Inconformada porque você não a quis esperar… enfim, só queria te dizer que te amo tanto e que já tô morrendo de saudades, já alimentei os bichinhos e não reguei as plantas pois a sua partida nos trouxe uma chuva de bençãos muito forte. Ah e não se preocupe com o trabalho, daremos continuidade ao seu legado, e também vamos cuidar da mamãe… a Marie também sente muito sua falta, seus irmãos, sobrinhos, mãe, parentes e amigos, todos sentem… precoce sua partida mas eu espero que em breve possamos nos encontrar novamente e quero te dar outro abraço bem forte, cheio de saudade e de amor. Não esquece de guiar a gente daí de cima. Vou chorar por mais alguns dias, meses ou anos, mas acredite que minhas lágrimas serão todas de saudade. Se cuida pai e cuida da mamãe também! Ela tá sentindo mais que a gente, então se puder, liga pra ela e conforta o coração dela, que ela tá morrendo de saudade e de tristeza! Mande um Abraço ao vovô, e pai… me perdoe por todas as vezes que errei, me desculpe pelas vezes que o tratei mal, que brigamos, que eu fui contra suas ordens, é que eu ainda estava aprendendo, me perdoe por não ter sido a filha perfeita, mas vou me esforçar pra dar o melhor de mim!
Obrigada por tudo que fez pela gente e pelo apoio e proteção, você fez muito por todos enquanto não conseguimos fazer nada por você, desculpa por tudo e fica com Deus tá? Ele vai cuidar de você…. te amo pai, muito muito muito
P.S. : Elandi Neto continua o mesmo brincalhão e também sente sua falta.
✝️27/01/2017

MACHADINHO – SUA GAITA E SUA IRREVERÊNCIA SE FORAM

No dia 13 de janeiro, sexta-feira, faleceu em Teresina o piripiripense Antônio Vieira Machado, mais conhecido por Machadinho. Ele que no último dia 04 de dezembro de 2016 havia completado 81 anos de vida.
Embora tenha sido funcionário público fazendário, foi como  locutor de comícios, de carros de propaganda, palanques políticos e animador de eventos com sua irreverência e habilidade com sua harmônica de sopro (gaita) tocando valsas, choros e tantos ritmos que chamava a atenção o seu virtuosismo.
Certa vez, durante um festejo de São Gonçalo nos idos de 70, igreja lotada, e Machadinho entrando pela porta principal tocando o hino do nosso Glorioso foi um momento digno dos melhores já vividos pela comunidade católica batalhense. Também ouvi Momentos Felizes do mestre Fabiano em interpretação única que talvez nunca tenha sido gravada.
Assim me despeço daquele que durante décadas frequentou nossa terra animando comícios com sua voz marcante e abrilhantando bailes de debutantes, colação de grau e outros com sua gaita e até gritando leilões.
Que Deus o tenha, Machadinho !
P.S. – Agradeço sua filha Soraya, minha cunhada, pelo envio de fotos que ilustram esta singela homenagem.

BANDA DE MÚSICA 74/16 – ENCONTRO DE GERAÇÕES

No dia 28 de dezembro de 1974, depois da alvorada do meio-dia, a banda do mestre Fabiano à época composta por ele, Quinca, Gonçalo Fabiano, Zé Sará e Cristino, a convite de meu pai José Tabatinga, desceu o morro da igreja e tocou na casa de minha saudosa vó Liduina, conhecida por Dona Bôla. Talvez a única gravação daquela saudosa formação musical. Peguei um gravador portátil e uma fita cassete maxwell e gravei por cima de alguns clássicos de Ataulfo Alves toques inesquecíveis e únicos como a valsa Momentos Felizes e o samba Tetê do mestre Fabiano, além de dobrados famosos. Também registrei a foto que divulgo pela primeira vez aqui pra vocês sem me dar conta de que aqueles momentos foram os primeiros passos dos discos Alvorada Batalhense lançados em 2000.
Eis que no dia 30 de dezembro de 2016 são Gonçalo me proporcionou receber a banda Manoel Fabiano para um café da manhã na mesma casa e na presença de amigos e familiares: minha esposa, filha e neta. Meu irmão Gustavo, seu filho de mesmo nome, ex-esposa Soraia e e os primos Antônio e Maria Teresa.
Não podia perder a oportunidade de repetir a foto histórica, aparecendo no lugar do meu pai e minha irmã caçula segurando minha netinha Júlia enquanto Lima Neto representava seu avô Fabiano. Bel Lima, também seu neto, representando Zé Sará; Leonan, bisneto e filho do Lima Neto, representando Gonçalo Fabiano; Papagaio no lugar do Cristino e George do Ditim no lugar do seu primeiro professor e mestre Joaquim Cícero da Costa (mestre Quinca).
Para coroar aquele momento Lima Neto puxou a valsa Momentos Felizes logo acompanhado pelos músicos do quinteto. Aos demais componentes jovens desejo que guardem para sempre aqueles momentos do que foi e sempre será a música batalhense.
E viva nossa cultural!

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